sábado, 10 de setembro de 2011


Já passam das 04h06min da madrugada, não consigo me desligar. Palavras invadem minha cabeça. Sentimentos retornam de novo. Porque estou sentindo medo de novo? Não conseguir ver as pessoas com os mesmos olhos depois de uma traição é pecado? É pecado sentir ódio de quem te dizer adeus e apenas fugiu? Estou tentando me entender. Escuto o barulho do vento na janela, toco meus pés descalços no chão frio, para varanda me encaminho. Doce brisa fresca que empurram minhas lagrimas ao encontro com o chão. Gelo, frio, amargo. Suas palavras foram enganosas, como armas elas perfuram-me com toda força. Meus dedos tocam a mureta fria, estrelas atraem meus olhos ao céu. Eu não posso continuar com essas reviravoltas. Então não vou deixá-lo chegar perto o suficiente para me machucar. Não, eu não vou te perguntar por que me abandonou. Da próxima vez serei mais corajosa, serei meu próprio salvador. Em pé sobre meus próprios pés. Gotas da chuva se aproximam, mas meus pés não se movem. Então me lembro de uma canção: ‘’Quando a chuva está soprando no seu rosto, e todo mundo esta em seu caso, eu poderia oferecer a você um abraço caloroso, para fazer você sentir o meu amor’’. Está na hora de adormecer esse amor, talvez sim, talvez não. Não há duvidas na minha mente de onde você pertence. Embora ventos de mudança estejam trazendo entusiasmo e liberdade, você ainda não vê nada como eu vejo. O que quer que eu diga, eu sempre vou te amar.

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A Caprichosa

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Esteticista| Cristã| Mãe do Luck. Cantinho reservado para as mulheres que amam vaidade e um pouquinho de cada assunto.

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@barbarapiracelli

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