terça-feira, 17 de julho de 2012

(...)
Eduarda sorriu, estava ansiosa pelo baile. Enfim o outro nascer do sol havia chegado. Eduarda e sua mãe estavam comendo, quando seu pai chegou para comer. Ele estava com um botão nas mãos acompanhado de um bilhete. Logo se juntou a elas trazendo aquele botão :
- Alguém perdeu isto? Mas o que este papel está fazendo junto dele? – Disse ele
Eduarda podia sentir o calor das  mãos e sua respiração ofegante.
- Para minha querida Duda. – Leu ele.
Logo que soube que era para ela, depressa pegou o botão e o bilhete. Subiu para o andar de cima antes mesmo de terminar meu almoço.
Lá em cima, sentou-se no fim do corredor. Quando finalmente viu detalhadamente aquele botão. Começou a ler o bilhete: - Um belo por do sol, reflete a sua luz, nos vemos ao fim do dia, na ponte do riacho. Com amor Kaio.
 Assim que terminou de ler, correu para seu quarto pra ir se preparando para o fim da tarde. O tempo estava colaborando para o romance. O céu estava azul como nunca, e as folhas mais brilhantes e dançantes. Aquele vento frio ainda sim a- deixava feliz, havia me esquecido da estação preferida, o inverno. O fim da tarde estava cada vez mais próximo, então a jovem se arrumou e contou os minutos para que o sol começasse a dormir.
Estava irradiante, o amor a fazia tão bem que mal me lembrava da palavra tristeza que Sophia insistia em colocar em nossas vidas. Calçou suas botas, sobre seus ombros seu casaco vermelho. Desceu as escadas para o encontro do motivo da felicidade inspiradora. Avisou mamãe que estava na varanda La fora, com seu notebook sobre as coxas escrevendo emails kpara a titia que morava na Itália. Sorrindo, ela me mostrou que daria cobertura a Eduarda e Kaio, ao amor de inverno. O lago ficava um pouco distante de casa, mas em alguns minutos a pé não iria me fazer mal. Caminhei até chegar ao local combinado. Fui em direção ao lago quando avistei uma linda toalha estendida ao chão coberta com uma leve penugem de neve. A cesta que tocava suavemente aquele pano lindo e que fazia Eduarda sorrir. Correu para que chegasse mais rápido ao encontro de Kaio, mas que surpresa! Ele não estava ali. Eduarda sentou-se naquele pano estendido no chão e ficou ali, olhando pro nada. E se aquele pano não fosse o pano de Kaio? Que mico pagaria Eduarda. Alguns minutos se passaram, e Eduarda já estava ficando impaciente. Ele apareceu por trás e a  abraçou com todo o cuidado. Ela pode sentir aquele cheiro delicioso de seu perfume, e o toque de seus lábios em seu pescoço.
 Estavam felizes por estarem juntos. Conversaram, comeram, e passaram o fim da tarde juntos, observando o por do sol.
Várias pessoas freqüentavam aquele parque, inclusive Sophia. Eduarda estava se  levantando para ir embora, quando Kaio parou em sua frente e disse que não me deixaria ir embora se não o beijasse. Eduarda realizei o tal pedido. O casal se beijavam enquanto Sophia estava na ponte olhando para eles. '' Porque isso só acontece com ela? Será que eu fiz algo de tão ruim pra não merecer alguém como Kaio? Meu Deus sinto-me indignada ''     - Sophia pensava.
Já em casa, chaveou a porta e entrou. As luzes estavam apagadas e da sala eu podia ver uma pequena fresta de luz lá em cima no corredor. Com certeza sua mãe tinha deixado a janela do  quarto aberto, coisa que ela odiava. Eduarda então fechou a porta e subiu.
 A jovem foi direto para o
 quarto, onde lá mesmo tirou as roupas, e as deixou em cima da cama correndo para o banheiro. Água quente, olhos fechados, num sono profundo com sonhos repletos de lembranças da tarde que tinha passado. 

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A Caprichosa

A Caprichosa
Esteticista| Cristã| Mãe do Luck. Cantinho reservado para as mulheres que amam vaidade e um pouquinho de cada assunto.

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